
Por Joás Assis
Anjos, seres eternos, não mais na forma que eram conhecidos... Pela desobediência foram muitos os expulsos do céu e pela desobediência foram transformados na terra. A desobediência, que tem em sua característica dizer “não” a tudo que é imposto a um ser.
Foi o que fez Deus tirar todos os dons divinos dos anjos e os transformar em seres humanos. Mesmo os anjos sabendo o que outrora foram, tiveram que aceitar a terra como o seu novo lar e paraíso. Seria a sua nova casa, e o castigo foi não mais voltar ao céu, até que eles se arrependessem. Mas o tempo passou e Lúcifer não se arrependeu, pelo contrário, mais uma vez desobedeceu, mexendo e mudando o paraíso que Deus deu para ele viver. E mais uma vez recebeu mais um castigo e ficaram sem a presença de Deus. Agora com regras a serem seguidas naquela que era a sua nova casa, o paraíso fora do céu, a terra. E viveram os anjos na terra por muito tempo, o suficiente para ver que Deus na sua misericórdia os tinha colocado num novo paraíso, dando a chance de uma nova eternidade debaixo da guarda de Deus e assim viveram por muito tempo. Mas Deus sempre foi um Deus de ordem e estabeleceu leis para esse novo paraíso, leis essas que são: Louvar e Adorar o senhor teu Deus e Pai, amar ao teu próximo como a ti mesmo e manter as criações do paraíso como Deus os tinha feito.
E assim foi por muito tempo, até que a desobediência os colocasse frente a frente com Deus que os castigou, agora tirando deles a divindade da eternidade e transformando-os em seres simples e sem sabedoria, apenas com os sentidos suficientes para viver: visão, audição, olfato, paladar e tato.

Dois castigos foram dados ao novo ser sem nenhum dom, simplesmente homem: a fome e a dor, que seriam as únicas coisas que iriam acompanhar o novo ser que iria caminhar sobre a terra e finalmente ele mesmo, sem ter entendimento, teria que viver com o salário da desobediência que seria a morte.

E viveu o homem na terra, onde não mais era o paraíso para ele. Precisando viver dos seus sentidos para sobreviver e aprender conforme a sua necessidade de alimentar-se e proteger-se da chuva, do sol e de todos os perigos que agora a terra lhe oferecia por terem perdido a proteção Divina, porém ao deixar o toque ainda Divino que é o espírito, e a mente que é o intelecto que corresponde à alma do espírito, sim, porque o homem agora morre e seu espírito segue o juízo para o descanso. Deus provou mais uma vez seu amor pelos seus filhos e deles espera o arrependimento.

Morrendo o homem, o espírito segue o juízo para o descanso, mas enquanto vivo o homem vivia sem o entendimento da sua vida na terra e sobrevivia pelos sentidos que Deus tinha lhes deixado, que os ensinava a distinguir o certo do errado, o sol da chuva, o gosto bom do ruim, para manter-se vivo. E o tempo passou e o homem foi aprendendo a respeitar a natureza, pois dela tirava seu sustento sem saber que tudo era provido de Deus. E o tempo passou sem o homem saber que Deus existia, pois o próprio Deus os tirou esse entendimento pelas suas desobediências.

E assim foi por muito tempo. E com o tempo e a morte, o homem aprendeu a dar valor à vida. Os perigos os fizeram dar valor às comunidades, que por sua vez, por estarem juntos, notaram as diferenças entre si. Deus, na sua sabedoria, deu a morte aos homens, mas sabia que tudo que Ele criava tinha vida dentro de si. E essa vida se expandiria por toda a terra, criando assim novas gerações. E os seres humanos juntos cultuaram a natureza, pois era a coisa mais poderosa que eles tinham aprendido a respeitar, mas a compreensão humana foi mais além, os seres humanos reconheceram que existia um ser maior e os chamaram de Deus. E todos o cultuaram e louvaram ao criador do céu e da terra e de tudo que nela existe. E cresceram em ação e atitude.
Deus mais uma vez veio a todos eles e os deu virtude. Mais uma vez Deus falava com os seus filhos, e mais uma vez mostrou amor para com os seus filhos. Mas agora seus filhos tinham ficado no limite máximo da sua existência e mais uma vez Deus colocou leis para os seus filhos, para que vivesse em harmonia com Deus, a terra e entre si. E assim foi por muito tempo.
Mas havia muitos que queriam a terra sem as leis de Deus, pois tinham tudo que queriam da terra antes de Deus colocar as leis. Pois quando achavam que a força da natureza é que era o seu deus, que tudo dava e nada exigia, e nenhuma lei era dada para que vivessem em harmonia com o seu deus e a terra e achavam que era assim que tinha que ser. Eles, inconformados com as leis de Deus e com a maioria que aceitou as leis, esses se afastaram de todos que adoravam a Deus e ainda pior fizeram: anunciaram ter outro deus. Deus esse que representavam através de coisas palpáveis, para que todos vissem o seu deus, mas o que todos viram foi um deus que tinha boca e não falava, tinha olhos e não via, tinha ouvidos e não escutava, era um deus morto. E os homens cultuavam e louvavam as suas estátuas e o verdadeiro Deus na sua infinita sabedoria permitiu que isso acontecesse, não para que os seus ídolos tivessem valor diante dos homens, mas para que no futuro os homens guiados pelo Deus verdadeiro, Pai e único Senhor de toda a criação, tivesse vitória sobre todos os homens que adorassem os ídolos feitos pela mão do homem.

Os homens que idolatravam os ídolos por eles chamado de deus, lhe pediam boa colheita, saúde e paz, quando tinha condições para isso, já que viviam mais em guerra, pois pediam paz a um deus que em nada lhes respondiam. Então sem orientação resolviam entre si, como se um homem pensando por si só resolvesse alguma coisa. Pois eu digo que não. O homem sem Deus fica como que num quarto escuro, para onde quer que se vire dá com a cara na parede, é assim o homem sem Deus.
Assim viveu o homem e seus ídolos. Fazendo conquistas sobre outros homens através da violência, matando, roubando e construindo impérios na terra e dedicando todas as fortunas a seus deuses, estátuas que eram colocadas sobre todos os reinos conquistados, dando um valor a essas estátuas, valor esse que elas não tinham.
Esses povos conquistaram a terra, mas o povo de Deus a tinha herdado pelo simples fato de ter seguido as leis de Deus e o povo de Deus não era perseguido pelos reinos que tinham, nem pelos tesouros que possuíam, mas por serem calmos e humildes, não ofereciam resistência aos ataques, facilmente eram escravizados, pois Deus só tinha ensinado a eles o amor e a compreensão, a tolerância e o esperar sempre a resposta de seu Deus, que nunca os desamparou.
E o povo de Deus por muito tempo ficou escravizado. Nesse tempo muitos desacreditavam em Deus e foi quando Deus separou o joio do trigo. Quando o povo de Deus estava definido para todo sempre, Deus mandou para a terra seus soldados, que nasceriam de barriga de mulheres simples, mas esses homens eram diferentes, eram homens que tinham o amor de Deus no coração, mas também tinham a espada da justiça na mão e era a justiça de Deus na terra para libertar todo o seu povo da escravidão em nome de Deus. Eram homens que lideravam o povo mais determinado do mundo: o povo de Deus.

Determinados porque Deus tinha lhes prometido a vitória e eles creram nisso e Deus prometeu estar sempre com eles, e eles não duvidaram de Deus. E com pequenos exércitos derrotaram impérios e derrubaram muralhas. E assim Deus mostrou a todos que deuses de pau e pedra eram mortos. E se os que acreditavam nesses deuses pediam comida e tinham, pediam saúde e tinham, pediam vitoria sobre os outros povos que também acreditavam em ídolos e tinham, isso acontecia porque já estava estabelecido nas leis de Deus: “Tudo que pedires com fé, receberá (...)”. E Deus, na sua infinita misericórdia, mesmo os homens lhe abandonando não os abandonou.
Deus levantou muitos homens para liderar seu povo, mas o povo de Deus foi muito perseguido e o próprio Deus anunciou a vinda do seu filho que nasceria de uma virgem e seria a luz do mundo. E nasceu Jesus, em um lugar pobre e já perseguido e considerado um perigo para todos os reinados que não tinham reconhecido a Deus como seu único Deus e Salvador, e ainda na manjedoura foi reconhecido por sábios e príncipes que receberam mensagem de Deus do nascimento do Rei dos reis.
E foi assim que Jesus nasceu e cresceu como homem, mas com toda sabedoria e dons dados por Deus. E levou a todos a vontade de Deus para seu povo. Jesus veio ao mundo, não para fazer novas leis, mas para fazer com que as leis fossem cumpridas. E Jesus pregou o amor e o perdão de Deus aos homens e ensinou que os homens devem perdoar seus irmãos e levar a palavra de Deus a todos na terra. Morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou após três dias porque assim era a vontade de Deus. E assim todos reconheceram que Jesus Cristo era e é o Filho de Deus, o Deus altíssimo na terra, que prometeu a vida eterna a todos que nele cresse e o proclamasse o único Deus na sua vida.

CONSIDERAÇÕES
A respeito do que escrevi:
Anjos transformados em seres humanos, mas mesmo assim eram eternos. Adão e Eva eram de carne e osso, portanto humanos. Mesmo assim eram eternos porque não tinham recebido o castigo da morte. Sobre os anjos terem perdido os dons e virado seres humanos, mesmo sendo eles eternos. Sobre o perdão de Deus porque Deus que dá o perdão a todos os seus filhos. Sobre pessoas que não aceitam Deus como Senhor e Salvador da sua alma e mesmo assim obtém vitórias... E todas as perguntas sobre tudo, aqui tem relatado.
Eu respondo que Deus, na sua infinita sabedoria, fez tudo isso porque não aceita perder nenhum filho desde o princípio. Qual pai aceita a desobediência do seu filho sem castigá-lo?
O perdão vem de Deus, e Ele quer que no seu povo isso seja uma virtude. Perdoe seu irmão, peça perdão a Deus e volte. Peça perdão ao seu próximo e peça perdão a Cristo, e se reconcilie com Deus.
Versículos:
Romanos 12:1,2 / Romanos 13:1-14 / Romanos 14:1-23 / Coríntios 1:2 / Coríntios 1:18-20 / Coríntios 8:1-13 / Gêneses 3:22,23 / Mateus 7:7-14 / Apocalipse 20:1-10 / II Pedro 3:8,9 / João 2:18-29 / Tiago 1:5-8 / Tiago 4:3,4
Nefilins
O termo Nefilins, advem etimologicamente do hebraico נְפִלנ ְפִיל , que significa: "os que fazem os outros cair".
Os Nefilins são descritos como "os poderosos da Antiguidade" ou os “heróis da antiguidade”.
Segundo o Livro de Génesis e outros textos apócrifos anteriores, um conjunto de 200 anjos tinha a seu cargo a observação dos destinos da humanidade e a esses chamavam-se os «vigilantes». Entre eles encontrava-se Satã, Azazel e muitos outros. Os 200 anjos desejaram carnalmente as mulheres dos homens, e abandonaram os céus para se unirem a ela. Os anjos caídos tomaram assim as mulheres que escolheram para si, tiveram relações com elas e desposaram-nas. Dessas uniões entre anjos e mulheres nasceram filhos e a esses filhos chamaram-se Nefilins. Trata-se de uma raça híbrida, que era o cruzamento entre anjo celeste encarnado e mulher humana. Em troca das relações sexuais com as mulheres, os anjos ensinaram-lhes a ciência, a astrologia e a magia negra. Os filhos desta união, ( os nefilins), possuíam poderes sobrenaturais e foram conhecidos como os «heróis da antiguidade»; nas civilizações greco-romanas, tais seres foram chamados de «semi-deuses».
Dizem certas fontes que os nefilins eram monstros. Nada podia estar mais errado e prova disso encontramos nas próprias escrituras. Sabemos por fontes hebraicas ancestrais que Caim foi fruto da relação entre Lúcifer e Eva, motivo pelo qual Deus o rejeitou. Ora, Caim era por isso fruto da relação entre um anjo e uma humana, e no entanto era de aparência humana perfeitamente normal.
O Deus HYHV considerou que a união entre anjos e humanas era contrária à própria natureza tanto dos humanos como dos anjos, e por isso contra-natural e logo abominável;
ainda mais, a concessão da sabedoria aos humanos, ( desde as ciências, á astrologia, á magia negra, etc), era uma violação das regras divinas que também separavam anjos e humanos, uma vez que desde o inicio, já no paraíso Deus havia proibido que os humanos acedessem á arvore da sabedoria;
por último, a raça de nefilins simbolizava tudo o que mais era abominável a Deus: estes seres não eram nem anjos nem humanos, possuíam um poder que ultrapassava o que era permitido aos humanos, podiam conceder sabedoria e feitos que levassem os humanos a evoluir fora dos limites impostos, e eram pela sua natureza semi-divina facilmente idolatráveis, o que para o Deus HYHV ,(um deus ciumento), deixar de o adorar para adorar outros seres celestes, é a maior das afrontas.
Segundo as escrituras, por tudo isto Deus arrependeu-se da criação e enviou o dilúvio que tudo destruiu,
e do qual apenas Noé e os seus familiares sobreviveram.
Segundo a tradição judaico cristã, quando o dilúvio devastou a face da terra,
os anjos que abandonaram os céus, incorporando e assim casando com as mulheres, desincorporaram e assim regressaram á sua forma celeste. Contudo, já não podiam regressar á presença de Deus, pelo que se transformaram em demónios.
Também os espíritos dos nefilins, ( que morreram no dilúvio), foram condenados a vaguear eternamente pela terra, também eles transformando-se em espíritos impuros ou demónios.
Segundo os filólogos, essa palavra hebraica tem origem em “nafal”, com muitos significados ao redor de “cair”, como “superar, derrotar, fazer cair”, próprio de homens violentos. A tradução inglesa antiga conhecida como King James Version traduziu a palavra como “gigantes” por influência da Vulgata Latina de Jerônimo. Mas o contexto de Gênesis 6 não revela que eram de grande estatura física, e possivelmente aquela tradução foi influenciada pelo contexto de Números 13:33 onde os filhos de Anaque são chamados de “nefilins” porque “são descendentes dos nefilins”: em Deuteronômio (1:28; 2:10,11,21; 9:2) e em Josué (11:21,22; 14:12,15) encontramos menção dos anaquins, descendentes dos nefilins “um povo grande e alto” (ex. Deuteronômio 2:10). Os tradutores modernos, cautelosamente, evitam agora traduzir “nefilim” para alguma palavra portuguesa.
Isto nos leva a considerar algumas ideias que têm surgido sobre os contextos em que essa palavra foi usada.
Vejamos Gênesis 6:1-5, conforme aparece na NVI: “Quando os homens começaram a multiplicar-se na terra e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas, e escolheram para si aquelas que lhes agradaram. Então disse o Senhor: Por causa da perversidade do homem, meu Espirito não contenderá com ele para sempre, ele só viverá cento e vinte anos. Naqueles dias havia nefilins na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos. O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação do seu coração era sempre e somente o mal”.
Essa é a pontuação escolhida pelos tradutores, pois os manuscritos hebraicos antigos nâo têm pontuação. Ela resulta em uma sequência de sentenças, cujo relacionamento não é, necessariamente, progressiva.
A primeira informa que a humanidade se multiplicava – o que era o desejo de Deus (Gênesis 1:28). Também esclarece que os “filhos de Deus” viram que as “filhas dos homens” eram bonitas, e escolhiam as que mais lhes agradaram. Parece muito natural que assim fosse. Mas há controvérsia sobre isso: como na sentença seguinte o Senhor castiga o homem por causa da sua perversidade, decerto haveria algum mal naquele casamento entre os “filhos de Deus” e as bonitas “filhas dos homens”! Se assim fosse, a explicação seria obtida ao descobrir quem eram os “filhos de Deus” que assim se distinguiam das “filhas dos homens”, mas casavam-se com elas. As teorias mais espalhadas sobre quem eram os “filhos de Deus” são:
1. Os “filhos de Deus” seriam perversos:
A terceira sentença nos fala dos nefilins que estavam na terra: existiram tanto antes como depois dos casamentos mistos, logo é incorreto pensar que foram resultado deles.
A quarta sentença esclarece que os nefilins foram os heróis do passado, homens famosos. Enfim temos uma descrição, curta, mas bastante esclarecedora, sobre quem eram eles. Acrescentada ao que se sabe da origem da palavra, que vimos acima, concluímos que os nefilins seriam do tipo dos que hoje em dia chamamos “barões” da política, da indústria, do comércio, das drogas, etc. Os “gigantes” – não em estatura necessariamente – mas em domínio, poder, tirania, liderança pela força. Homens como Napoleão, Stalin, Hitler e Mussolini seriam alguns dos nefilins mais recentes.
A última sentença nos diz que o Senhor viu a perversidade do homem aumentando sobre a terra, “e que toda a inclinação do seu coração era sempre e somente o mal”. Tão incorrigível era a situação da humanidade que Ele a destruiu completamente com o dilúvio, salvando apenas Noé e a sua família e exemplares dos animais que também foram destruídos.
Os nefilins daquele tempo desapareceram, mas apareceram outros em Canaã: “Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos” (Números 13:33 - PJFA). Não podiam ser descendentes dos nefilins pré-diluvianos, pois não sobrou nenhum, a não ser que Noé fosse um deles, o que é muito improvável, além disso, toda a humanidade depois de Noé era descendente dele e, como ele, de Sete e de Adão… Os espias incrédulos poderiam estar exagerando a grandeza dos anaquins.
Todos os anaquins foram destruídos pelos israelitas por ordem do SENHOR, salvo alguns que ficaram em Gaza, em Gate e em Asdode (Josué 11:22). Curiosamente Golias, com cerca de três metros de altura, campeão dos filisteus, veio de Gate para combater os israelitas, e foi morto por Davi.
Esta é uma advertência aos crentes contra tomar sobre si o jugo desigual no casamento. Eles correm risco de desgraça, de ter o pesar de ver os seus filhos distantes do Senhor, irreverentes e desobedientes. Mesmo que se tornem poderosos e influentes como os nefilins, estão destinados à destruição como foram aqueles. A humanidade em nossos dias está assemelhando-se à dos tempos antediluvianos, com sua perversidade, inclinação para o mal, rebeldia a Deus... e nefilins. Estão se aproximando os “dias do Filho do homem” (Lucas 17:26,27) e estejamos vigilantes e prontos para a Sua vinda (Mateus 24:37-44).
Quem eram os filhos de Deus e filhas dos homens em Gênesis 6:1-4?
Pergunta: "Quem eram os filhos de Deus e filhas dos homens em Gênesis 6:1-4?"
Resposta: Gênesis 6:1-4 nos diz: “Sucedeu que, quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos. Naqueles dias estavam os nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na antigüidade” (Versão Almeida, Revista e Atualizada). Há várias sugestões sobre quem possam ter sido os filhos de Deus, e por que os filhos que tiveram com as filhas dos homens resultaram em uma raça de gigantes (é o que a palavra “nefilins” parece indicar).
As três principais opiniões sobre a identidade dos “filhos de Deus” são que (1) eram anjos caídos, ou (2) eram poderosos governantes humanos ou (3) eles eram descendentes abençoados de Sete em um casamento misto com descendentes “decaídos” de Caim. Dando força à opinião (1) está o fato de que no Velho Testamento a expressão “filhos de Deus” sempre se refere a anjos (Jó 1:6; 2:1; 38:7). Um problema em potencial com (1) é o fato de que Mateus 22:30 indica que os anjos não se casam. A Bíblia não nos dá nenhum motivo para crermos que anjos tenham gênero (masculino ou feminino), ou tenham a capacidade de se reproduzir. As opiniões (2) e (3) não apresentam tal problema.
A fragilidade das visões (2) e (3) é que o fato de seres humanos comuns, homens, casando-se com seres humanos comuns, mulheres, não dá conta do porquê de uma descendência de “gigantes” ou “valentes, homens de renome, que houve na antigüidade”. Mais tarde, por que Deus decidiria trazer à terra o dilúvio (Gênesis 6:5-7) se nunca havia proibido que homens poderosos ou descendentes de Sete se casassem com mulheres comuns ou descendentes de Caim? O iminente julgamento de Gênesis 6:5-7 está ligado com o que ocorreu em Gênesis 6:1-4. Somente o casamento obsceno e perverso de anjos caídos com mulheres humanas poderia justificar tão duro julgamento.
O ponto fraco desta visão (1) é que Mateus 22:30 declara: “Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu.” Contudo, este ponto fraco por nada que não diga o texto pode ser derrubado “anjos não podem se casar”. Ao invés disto, indica somente que os anjos não se casam. Em segundo lugar, Mateus 22:30 se refere aos “anjos no céu”. Não está se referindo a anjos caídos, que não se importam com a ordem criada por Deus e ativamente buscam maneiras de corromper o plano de Deus. O fato de que os santos anjos de Deus não se casam ou têm relações sexuais não significa o mesmo em relação a Satanás e seus demônios.
Creio que a opinião (1) seja a posição mais provável. Sim, é uma interessante “contradição” dizer que anjos não têm sexo e depois dizer que os “filhos de Deus” são anjos caídos que procriaram com mulheres humanas. Entretanto, enquanto os anjos são seres espirituais (Hebreus 1:14), eles podem tomar a forma humana e física (Marcos 16:5). Os homens de Sodoma e Gomorra quiseram ter relações sexuais com os dois anjos que estavam com Ló (Gênesis 19:1-5). É plausível que anjos sejam capazes de tomar a forma humana, até mesmo chegando ao ponto de ter a sexualidade humana, e possivelmente se reproduzirem. Por que os anjos caídos não fazem isto com mais freqüência? Parece que Deus confinou “na escuridão e em prisões eternas” os anjos caídos que cometeram tão vil pecado, para que outros anjos caídos não fizessem o mesmo (como descrito em Judas 1:6). Os primeiros intérpretes hebreus, apócrifos e escritos pseudo-epígrafos são unânimes na opinião de que os anjos caídos são os “filhos de Deus” mencionados em Gênesis 6:1-4. Mas isto, de maneira alguma, fecha aqui este debate. Entretanto, a opinião de que Gênesis 6:1-4 envolve anjos caídos tendo relações sexuais com mulheres humanas tem uma forte base contextual, gramatical e histórica.
OS “NEFILINS”
Existe muita controvérsia sobre a palavra hebraica “nefilim”, que aparece na Bíblia em Gênesis 6:4 e Números 13:33. Embora não exista no dicionário português, ela se encontra nas versões PJFA e NVI como “nefilins” (embora “nefilim” em hebraico já seja plural).
Segundo os filólogos, essa palavra hebraica tem origem em “nafal”, com muitos significados ao redor de “cair”, como “superar, derrotar, fazer cair”, próprio de homens violentos. A tradução inglesa antiga conhecida como King James Version traduziu a palavra como “gigantes” por influência da Vulgata Latina de Jerônimo. Mas o contexto de Gênesis 6 não revela que eram de grande estatura física, e possivelmente aquela tradução foi influenciada pelo contexto de Números 13:33 onde os filhos de Anaque são chamados de “nefilins” porque “são descendentes dos nefilins”: em Deuteronômio (1:28; 2:10,11,21; 9:2) e em Josué (11:21,22; 14:12,15) encontramos menção dos anaquins, descendentes dos nefilins “um povo grande e alto” (ex. Deuteronômio 2:10). Os tradutores modernos, cautelosamente, evitam agora traduzir “nefilim” para alguma palavra portuguesa.
Isto nos leva a considerar algumas ideias que têm surgido sobre os contextos em que essa palavra foi usada.
Vejamos Gênesis 6:1-5, conforme aparece na NVI: “Quando os homens começaram a multiplicar-se na terra e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas, e escolheram para si aquelas que lhes agradaram. Então disse o Senhor: Por causa da perversidade do homem, meu Espirito não contenderá com ele para sempre, ele só viverá cento e vinte anos. Naqueles dias havia nefilins na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos. O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação do seu coração era sempre e somente o mal”.
Essa é a pontuação escolhida pelos tradutores, pois os manuscritos hebraicos antigos nâo têm pontuação. Ela resulta em uma sequência de sentenças, cujo relacionamento não é, necessariamente, progressiva.
A primeira informa que a humanidade se multiplicava – o que era o desejo de Deus (Gênesis 1:28). Também esclarece que os “filhos de Deus” viram que as “filhas dos homens” eram bonitas, e escolhiam as que mais lhes agradaram. Parece muito natural que assim fosse. Mas há controvérsia sobre isso: como na sentença seguinte o Senhor castiga o homem por causa da sua perversidade, decerto haveria algum mal naquele casamento entre os “filhos de Deus” e as bonitas “filhas dos homens”! Se assim fosse, a explicação seria obtida ao descobrir quem eram os “filhos de Deus” que assim se distinguiam das “filhas dos homens”, mas casavam-se com elas. As teorias mais espalhadas sobre quem eram os “filhos de Deus” são:
1. Os “filhos de Deus” seriam perversos:
- Seriam anjos maus, pois todos os anjos são chamados “filhos de Deus” no livro de Jó. Eles teriam a habilidade de fecundar as mulheres para que tivessem filhos, que seriam os nefilins, usando, como exemplo, o fato que o Espírito Santo fecundou Maria. Contra isto opomos que o Espírito Santo é Deus criador, e as Escrituras não indicam qualquer possibilidade de uma criatura espiritual fazer tal coisa. Além disso, o Senhor Jesus informou que os anjos não casam, nem se dão em casamento mesmo entre si. Observada a sequência, vemos que os nefilins já existiam antes disso.
- Para contornar esse problema, outra teoria é que anjos maus teriam tomado posse de homens para através deles perversamente ter prole das mulheres. Opomos que, embora se saiba pelo relato bíblico que demônios se apossam de pessoas, isto não dá direito aos homens possessos de se chamarem “filhos de Deus”.
- Haveria uma linha de descendentes piedosos a partir de Adão através do seu filho Sete, e seu filho Enos, pois “nessa época começou-se a invocar o nome do Senhor” (Gênesis 4:26). Estes seriam os “filhos de Deus”, fazendo parte da ascendência de Maria (Lucas 3:23-38). A teoria tem muita aceitação, pois em Lucas 3:38 Adão é chamado “filho de Deus”.
- Finalmente, é mais provável que todos os homens piedosos fossem chamados “filhos de Deus” neste pequeno trecho, assim como são os que agora colocam a sua fé no Senhor Jesus Cristo. Lamentavelmente, assim como acontece agora, os homens piedosos eram atraídos pela formosura física de mulheres carnais, e do seu casamento vinham filhos que acompanhavam as suas mães, ímpios e distantes de Deus. Assim se explica o fato que, de toda a descendência de Adão, apenas um homem, Noé com sua família, foi salvo do extermínio. É de se notar que os seus antecessores da linhagem deSete morreram todos por causas naturais antes do dilúvio, assim não sofrendo o castigo da ira de Deus.
A terceira sentença nos fala dos nefilins que estavam na terra: existiram tanto antes como depois dos casamentos mistos, logo é incorreto pensar que foram resultado deles.
A quarta sentença esclarece que os nefilins foram os heróis do passado, homens famosos. Enfim temos uma descrição, curta, mas bastante esclarecedora, sobre quem eram eles. Acrescentada ao que se sabe da origem da palavra, que vimos acima, concluímos que os nefilins seriam do tipo dos que hoje em dia chamamos “barões” da política, da indústria, do comércio, das drogas, etc. Os “gigantes” – não em estatura necessariamente – mas em domínio, poder, tirania, liderança pela força. Homens como Napoleão, Stalin, Hitler e Mussolini seriam alguns dos nefilins mais recentes.
A última sentença nos diz que o Senhor viu a perversidade do homem aumentando sobre a terra, “e que toda a inclinação do seu coração era sempre e somente o mal”. Tão incorrigível era a situação da humanidade que Ele a destruiu completamente com o dilúvio, salvando apenas Noé e a sua família e exemplares dos animais que também foram destruídos.
Os nefilins daquele tempo desapareceram, mas apareceram outros em Canaã: “Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos” (Números 13:33 - PJFA). Não podiam ser descendentes dos nefilins pré-diluvianos, pois não sobrou nenhum, a não ser que Noé fosse um deles, o que é muito improvável, além disso, toda a humanidade depois de Noé era descendente dele e, como ele, de Sete e de Adão… Os espias incrédulos poderiam estar exagerando a grandeza dos anaquins.
Todos os anaquins foram destruídos pelos israelitas por ordem do SENHOR, salvo alguns que ficaram em Gaza, em Gate e em Asdode (Josué 11:22). Curiosamente Golias, com cerca de três metros de altura, campeão dos filisteus, veio de Gate para combater os israelitas, e foi morto por Davi.
Esta é uma advertência aos crentes contra tomar sobre si o jugo desigual no casamento. Eles correm risco de desgraça, de ter o pesar de ver os seus filhos distantes do Senhor, irreverentes e desobedientes. Mesmo que se tornem poderosos e influentes como os nefilins, estão destinados à destruição como foram aqueles. A humanidade em nossos dias está assemelhando-se à dos tempos antediluvianos, com sua perversidade, inclinação para o mal, rebeldia a Deus... e nefilins. Estão se aproximando os “dias do Filho do homem” (Lucas 17:26,27) e estejamos vigilantes e prontos para a Sua vinda (Mateus 24:37-44).
Quem eram os filhos de Deus e filhas dos homens em Gênesis 6:1-4?
Pergunta: "Quem eram os filhos de Deus e filhas dos homens em Gênesis 6:1-4?"
Resposta: Gênesis 6:1-4 nos diz: “Sucedeu que, quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos. Naqueles dias estavam os nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na antigüidade” (Versão Almeida, Revista e Atualizada). Há várias sugestões sobre quem possam ter sido os filhos de Deus, e por que os filhos que tiveram com as filhas dos homens resultaram em uma raça de gigantes (é o que a palavra “nefilins” parece indicar).
As três principais opiniões sobre a identidade dos “filhos de Deus” são que (1) eram anjos caídos, ou (2) eram poderosos governantes humanos ou (3) eles eram descendentes abençoados de Sete em um casamento misto com descendentes “decaídos” de Caim. Dando força à opinião (1) está o fato de que no Velho Testamento a expressão “filhos de Deus” sempre se refere a anjos (Jó 1:6; 2:1; 38:7). Um problema em potencial com (1) é o fato de que Mateus 22:30 indica que os anjos não se casam. A Bíblia não nos dá nenhum motivo para crermos que anjos tenham gênero (masculino ou feminino), ou tenham a capacidade de se reproduzir. As opiniões (2) e (3) não apresentam tal problema.
A fragilidade das visões (2) e (3) é que o fato de seres humanos comuns, homens, casando-se com seres humanos comuns, mulheres, não dá conta do porquê de uma descendência de “gigantes” ou “valentes, homens de renome, que houve na antigüidade”. Mais tarde, por que Deus decidiria trazer à terra o dilúvio (Gênesis 6:5-7) se nunca havia proibido que homens poderosos ou descendentes de Sete se casassem com mulheres comuns ou descendentes de Caim? O iminente julgamento de Gênesis 6:5-7 está ligado com o que ocorreu em Gênesis 6:1-4. Somente o casamento obsceno e perverso de anjos caídos com mulheres humanas poderia justificar tão duro julgamento.
O ponto fraco desta visão (1) é que Mateus 22:30 declara: “Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu.” Contudo, este ponto fraco por nada que não diga o texto pode ser derrubado “anjos não podem se casar”. Ao invés disto, indica somente que os anjos não se casam. Em segundo lugar, Mateus 22:30 se refere aos “anjos no céu”. Não está se referindo a anjos caídos, que não se importam com a ordem criada por Deus e ativamente buscam maneiras de corromper o plano de Deus. O fato de que os santos anjos de Deus não se casam ou têm relações sexuais não significa o mesmo em relação a Satanás e seus demônios.
Creio que a opinião (1) seja a posição mais provável. Sim, é uma interessante “contradição” dizer que anjos não têm sexo e depois dizer que os “filhos de Deus” são anjos caídos que procriaram com mulheres humanas. Entretanto, enquanto os anjos são seres espirituais (Hebreus 1:14), eles podem tomar a forma humana e física (Marcos 16:5). Os homens de Sodoma e Gomorra quiseram ter relações sexuais com os dois anjos que estavam com Ló (Gênesis 19:1-5). É plausível que anjos sejam capazes de tomar a forma humana, até mesmo chegando ao ponto de ter a sexualidade humana, e possivelmente se reproduzirem. Por que os anjos caídos não fazem isto com mais freqüência? Parece que Deus confinou “na escuridão e em prisões eternas” os anjos caídos que cometeram tão vil pecado, para que outros anjos caídos não fizessem o mesmo (como descrito em Judas 1:6). Os primeiros intérpretes hebreus, apócrifos e escritos pseudo-epígrafos são unânimes na opinião de que os anjos caídos são os “filhos de Deus” mencionados em Gênesis 6:1-4. Mas isto, de maneira alguma, fecha aqui este debate. Entretanto, a opinião de que Gênesis 6:1-4 envolve anjos caídos tendo relações sexuais com mulheres humanas tem uma forte base contextual, gramatical e histórica.
a história..

O que é? De onde veio? Como é? Perguntas que sempre me vem a cabeça.. eis aqui a resposta!! :F
Rephaim

Os conhecidos Gigantes mencionados na Bíblia são outra opção para os filhos de Anjos com Humanos. Além dos Nephalins, humanos comuns que lembram-se perfeitamente de suas encarnações anteriores, ainda há os Gibborims, seres de grande estatura.
Os Grigori, 300 Anjos que protegeriam a Terra e seus habitantes sob o comando de Samyaza, um dia sentiram o desejo de copularem com as humanas, e desviaram-se de seu caminho original. A partir de então, deixaram de ensinar sobre a agricultura, a forja e os ritos a Demiurge e passaram a ensinar a Magia Negra e as artes da guerra.
Seus filhos foram criados para serem os grandes reis dos meros humanos, e receberam o nome de Gibborim (ou Geber), que significa “Homens Poderosos”. Desde a infância eram treinados para liderar os humanos, e seguirem a vontade dos Anjos Caídos, seus pais.Na época logo antes do Dilúvio, havia 6 grandes reis Gibborim: Anakim (Usuário dos Colares), Emim (Assustador), Horim (Habitante das Cavernas), Awwim (Devastador), Zamzummim (Realizador) e Rephaim (Enfraquecedor). Os Gibborims Anakim, Emim, Awwim e Zamzummim formaram uma aliança e fundaram a cidade de Kiriath-Arba (a Cidade dos Quatro).
Logo, os 4 tetrarcas combateram Horim e sua tribo, exterminando-a (há rumores sobre um grupo deles que fugiu para o deserto de gelo, e vive até hoje nas cavernas glaciais. Estas cavernas glaciais seriam o Himalaia, devido à proximidade com o Oriente Médio).
Rephaim liderou sua tribo contra a tetrarquia e invadiu Kiriath-Arba. A sanguinolenta batalha durou muito tempo, mas Rephaim saiu vitorioso (sem matar os 4 reis), e mudou o nome da cidade para Iremsha (a Cidade do Um). Após uma geração humana (entre 100 e 200 anos naquele tempo), Zamzummim adquiriu poder sobre as tempestades e enfrentou pessoalmente Rephaim, matando-o.

Após sua vitória, os Gibborim deixaram de batalhar entre si e voltaram-se contra a Humanidade.
Sua fome foi suficiente para acabar com todas as reservas das cidades humanas, e neste momento de desespero é que a relação entre Humanos e Gibborims piorou. Os Gigantes Semitas então decidiram se alimentar da carne humana para sobreviverem.
A partir deste momento Noé foi contatado pelos Anjos de Demiurge e construiu a arca, salvando unicamente o Gibborim Og, que prometera servir ao Homem até o fim de sua vida.

Existe tambem o Vale dos Rephaim, terra em que esse povo teria vivido.
Todo conteúdo desta matéria está baseada no texto bíblico de Genesis cap. 6


Nenhum comentário:
Postar um comentário